Revolução sexual, feminismo e controle de natalidade
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Os Professores Vitor e Laíse Sales Pinheiro, em 6 aulas envolventes, desenvolvem de forma sistemática e em diálogos os temas propostos. Estas aulas correspondem a uma disciplina prevista na Pós-graduação em Logoterapia para casais.
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1Aula 1 - Introdução ao curso. Primeiros conceitos
Nesta primeira aula, na introdução ao curso, os Professores falam da biografia pessoal e como casal que os levou a estudar os temas e a ter uma conversão intelectual e de vida. A partir de 15:45, iniciam a explanação dos conceitos de modernidade, revolução, revolução sexual e feminismo.
Bibliografia: Virtudes e vocação da mulher: Um diálogo entre esposas - Laise Sales Pinheiro. Editora Auster, 2025.
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2Aula 2 - Matrizes ideológicas da revolução sexual
A revolução sexual tem suas raízes na história da cultura.
Os Professores traçam uma linha das posturas filosóficas mostrando suas consequências antropológicas.
A reforma protestante é base para que o matrimônio deixe de ser visto como sacramento e passe a ser um contrato. Na esteira do protestantismo nascem várias das posturas filosóficas que serão citadas. Do racionalismo kantiano, passam pelo iluminismo, cientificismo e materialismo, posturas que abrem o caminho para o ateísmo prático, o hedonismo utilitarista, o secularismo. Nesse contexto, dá-se a dissociação das dimensões corporal e espiritual da pessoa humana com todas as consequências da perda do conceito de pessoa. Do romantismo, com o culto das emoções e da experiência estética, que gera um desejo de liberdade e que prepara o terreno para as revoluções liberais, passam pelo liberalismo político, econômico, cultural e moral. Do existencialismo, que se diz "um humanismo que defende a liberdade absoluta do homem sem deus", uma liberdade inútil para uma vida sem sentido, chegam ao permissivismo sexual e às "teorias" de Simone de Beauvoir sobre o 2° sexo. Explicam o papel de Marcuse, identificado como o pai da revolução sexual, e da escola de Frankfurt, com a psicanálise política que afirma que a sexualidade é uma injunção política com uma dimensão de opressão de classe. Finalizam o percurso citando o Neomaltusinismo com seu alarmismo anti-natalista. Bibliografia: As ideias têm consequências - Richard Weaver. Iná Editora, 2025. História das ideias contemporâneas: uma leitura do processo de secularização - Mariano Fazio. Editora Quadrante, 2022.
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3Aula 3 - O feminismo: o que é e como se apresenta.
Neste vídeos, os Professores esclarecem vários conceitos relacionados às pautas e reinvidicações do movimento feminista ao longo dos tempos, relacionando-os com o contexto cultural e social atual.
Também nesta aula, (13m30s) o Professor Victor Sales explica o que é o nominalismo e como ele influenciou o esvaziamente de sentido dos conceitos e propulsou o relativismo na Filosofia e na Moral.
Bibliografia: Cómo explicar la revolución sexual - Enrique Colom Costa. EUNSA, 2012.
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4Aula 4 - A história e a classificação dos feminismos
Nesta aula, cos Professores apresentam as chamadas "ondas do feminismo"; quem eram as mulheres que faziam as reinvidicações e qual era o contexto das mulheres nas respectivas ondas.
Bibliografia: Un feminismo del siglo XXI - Enric Vidal Roda. EUNSA, 2015.
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5Aula 5 - Mapa dos contornos atuais do problema nos âmbitos cultural, moral e psicológico.
Nesta aula, a Professora Laíse, secundada pelo Professor Victor, traça uma linha do tempo no contexto brasileiro de como a ideologia feminista e revolucionária afetaram a estrutura cultural e social brasileira, causando a perda dos valores familiares e morais, as mudanças jurídicas que levaram à fragmentação da família, a banalização do sexo fora do casamento e a liberação da contracepção, e do papel das mídias sociais, como "autoridade" da educação libertária, com a crescente erotização da programação e das figuras educadoras.
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6Aula 6 - Como infundir virtudes nas crianças num mundo hipersexualizado.
Como infundir virtudes nas crianças num mundo hipersexualizado.